Oi pessoal! Neste sábado, posto aqui no Blog um disco em homenagem ao Príncipe do Samba, Roberto Silva, falecido este ano aos 92 anos, vítima de um AVC. Nascido no morro do Cantagalo, Rio de Janeiro, Roberto Silva iniciou sua carreira ainda na década de 1930, participando de diversos programas de calouros, até ser contratado pela Rádio Mauá em 1943, cantando "Risoleta", de Raul Marques e Moacyr Bernardino, e "Neusa", de Antonio Caldas e Celso Figueiredo. Três anos depois, gravou seu primeiro disco pela Continental, custeado pelos compositores das músicas "Ele É Esquisito", de Walter Rodrigues, e "O Errado Sou Eu", de Djalma Mafra, sendo contratado ainda neste ano pela Rádio Nacional. Nesta época, Roberto Silva ganhou do locutor oficial da Rádio Tupi, à qual foi convidado a participar do elenco por Paulo Gracindo, o apelido que o consagrou durante toda a vida, "O Príncipe do Samba". Em 1948, com o samba "Maria Tereza", de Altamiro Carrilho, alcançou seu primeiro sucesso, gravando diversos sambas de inúmeros compositores nos anos seguintes. Em 1954, obteve sucesso com a música "Perdi Você", de Raimundo Olavo e Silva Jr., e, no ano seguinte, as músicas "Mãe Solteira", de Wilson Batista e Jorge de Castro, "Notícia", de Nelson Cavaquinho, Alcides Caminha e Norival Reis, também se tornaram destaques na carreira e na música de Roberto Silva. Em 1957, fez muito sucesso com "Emília", de Wilson Batista e Haroldo Lobo, e no ano seguinte, alcançou o auge de sua carreira com o lançamento de seu primeiro LP "Descendo o Morro", o qual daria origem a mais três da série, num total de quatro verdadeiras jóias da música e do samba, recheados de sucessos e músicas que marcaram a história do samba brasileiro. Durante a década de 1960 esteve no auge de sua carreira, com diversos sucessos e participando de programas nas Rádios Nacional, Mayrink Veiga e Tupi. No início da década de 1970 foi contratado pela Tv Excelsior, permanecendo por lá durante dois anos, gravando os discos "Saudade em Forma de Samba" (1974), "Protesto ao Protesto" (1978) e "A Personalidade do Samba" (1979) nos anos seguintes. Durante as décadas de 1980 e 1990, sua carreira diminuiu de intensidade, gravando os discos "Wilson Batista, o Samba Foi Sua Glória" (1985), ao lado da cantora Joyce, e "Roberto Silva Interpreta Orlando Silva" (1997). Em 2000, foi relançada parte de sua discografia em CD, além de ter participado do disco "Ganha-se Pouco Mas É Divertido", de Cristina Buarque, sobre a obra do compositor fluminense Wilson Batista, e da gravação da música "Juracy", de Antonio Almeida e Ciro de Souza (sendo esta uma das músicas de maior sucesso de sua carreira), ao lado de Caetano Veloso, para a coletânea "Casa de Bamba 4", a convite do produtor musical Rildo Hora. Em 2002, participou do show "O Samba É Minha Nobreza", apresentado no Rio de Janeiro durante três meses, dando origem a um CD duplo contendo inúmeros sucessos de sua carreira. Este show também serviu de incentivo para a gravação do disco "Volta Por Cima" pela Universal Music, que é tema da postagem de hoje em homenagem a este grande artista. Lançado ainda em 2002, o disco traz a versão de "Juracy" gravada com Caetano Veloso dois anos antes, além dos sucessos de "Volta Por Cima" - que dá nome ao disco -, "Gosto Que Me Enrosco", "Notícia", "A Primeira Vez", "Da Cor Do Pecado", "Inquietação", "Normélia", "Meu Sonho É Você" e "A Rita". Este é um disco maravilhoso, um dos melhores discos de samba de nossa música brasileira, gostoso de ouvir, na interpretação do Príncipe do Samba, que nos deixou órfãos de sua música, sua genialidade neste ano de 2012, mas que deixou para a posteridade seus sucessos, seus sambas, seu nome marcado na história do samba e em nossa música brasileira. Fica aqui registrada esta singela homenagem a este artista que, apesar de hoje em dia ser pouco lembrado e referenciado, trouxe ao samba uma interpretação repleta de melodias e ritmos diferentes, que o transformaram num dos estilos musicais mais ricos de nossa música brasileira.
1 - Notícia (Nelson Cavaquinho / Alcides Caminha / Norival Reis)
2 - Volta Por Cima (Paulo Vanzolini)
3 - A Rita (Chico Buarque)
4 - Gosto Que Me Enrosco (Sinhô)
5 - Da Cor Do Pecado (Bororó)
6 - A Primeira Vez (Marçal / Bide)
7 - Inquietação (Ary Barroso)
8 - Normélia (Raymundo Olavo)
9 - Meu Sonho É Você (Átila Nunes / Altamiro Carrilho)
10 - Quem Mente Perde a Razão (Edgard Nunes / Zé da Zilda)
11 - Bohêmio (J. Pereira / Ataulfo Alves / Orlando Portela)
12 - Nova Ilusão (Claudionor Cruz / Pedro Caetano)
13 - Juracy (Antonio Almeida / Cyro de Souza) - com Caetano Veloso
"Fazer música não é botar fusca na praça. Não é linha de montagem, não". Elis Regina
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domingo, 16 de dezembro de 2012
2002 - Volta Por Cima - Roberto Silva
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segunda-feira, 2 de julho de 2012
1982 - Cores, Nomes - Caetano Veloso
Oi pessoal! Nesta segunda-feira de sol e calor em pleno inverno, trago aqui no Blog mais um disco do baiano Caetano Veloso, em homenagem aos 70 anos do cantor. Um dos maiores nomes da música brasileira, compositor brilhante, cantor fora de série, Caetano se destacou nos festivais de música da década de 1960, alcançando o 4º lugar do festival da Record de 1967 "caminhando contra o vento, sem lenço, nem documento, num sol de quase dezembro (...)", ao lado dos Beat Boys, com a antológica "Alegria, Alegria". Em 1968, o movimento Tropicalista ganha força e Caetano participa de outros festivais de música, como do IV festival de MPB promovido pela Tv Record, com a música desclassificada "É Proibido Proibir", até que, em 27 de dezembro deste mesmo ano, é preso junto com Gilberto Gil por dois meses, sob o pretexto de desrespeitar o hino e a bandeira do Brasil. No ano seguinte, foram libertados e seguiram para o exílio na Inglaterra, que duraria quase três anos. Neste meio tempo, muitas músicas de sua autoria foram lançadas no Brasil através de cantores como Gal Costa, Elis Regina, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Maria Bethânia. Em 1970, grava seu primeiro disco no exílio, "Caetano Veloso", lançado aqui no Brasil no ano seguinte, e ainda em 1971, grava o disco "Transa", lançado por aqui também no outro ano. Neste meio tempo, esteve no Brasil por breves períodos, sendo interrogado por militares e participando de programas de televisão. Em 1973, lança o disco "Araçá Azul", obtendo um grande número de devoluções e pouca aceitação do público, além de participar do antológico projeto Phono 73, promovido pela gravadora Philips, com a música "Eu Vou Tirar Você Deste Lugar", de Odair José. Durante a segunda metade da década de 1970, Caetano continuou a gravar discos antológicos, como o disco "Jóia", onde a capa original foi censurada na época por conter uma imagem de Caetano, da mulher e do filho, nus, lançar sucessos inesquecíveis e fazer shows memoráveis, como "Doces Bárbaros", de 1976. Em 1980, ganha o disco de ouro com a gravação do álbum "Outras Palavras", repetindo a dose com "Cores, Nomes", disco tema da postagem de hoje, que traz como principais faixas as músicas "Trem das Cores", "Queixa", "Sina", de Djavan, "Coqueiro de Itapuã", "Meu Bem, Meu Mal", sucesso na voz de Gal Costa, "Cavaleiro de Jorge" e "Gênesis". Um disco excelente em termos de repertório, trazendo um Caetano mais experiente, mais vivido, menos tropicalista, e que mostra o porquê de ter alcançado mais de 100.000 cópias vendidas.1 - Queixa
2 - Ele Me Deu Um Beijo Na Boca
3 - Trem das Cores
4 - Sete Mil Vezes
5 - Coqueiro de Itapuã
6 - Um Canto De Afoxé Para O Bloco Do Ilê
8 - Sina
9 - Meu Bem, Meu Mal
10 - Gênesis
11 - Sonhos
12 - Surpresa
domingo, 7 de agosto de 2011
1969 - Caetano Veloso
Oi pessoal! Neste domingo, posto aqui no Blog mais um disco do cantor e compositor baiano Caetano Veloso. No ano anterior ao lançamento deste LP, o governo militar brasileiro instituiu o famoso Ato Institucional (AI) Nº 5, que dava plenos poderes ao presidente da república (na época, o então presidente Artur da Costa e Silva) a "(...) decretar o recesso do Congresso nacional, intervir nos estados e municípios, cassar mandatos parlamentares, suspender por dez anos os direitos políticos de qualquer cidadão, decretar o confisco de bens considerados ilícitos e suspender a garantia do habeas-corpus (...)" (Fonte: http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/FatosImagens/AI5), além de proibir manifestações populares de caráter político e impor a censura prévia para jornais, revistas, peças teatrais, livros e músicas. Ou seja, foi uma manobra política para sufocar todas as possíveis represálias populares contra o regime estabelecido no poder executivo brasileiro desde a madrugada do dia 31 de março de 1964. Neste clima de instabilidade política brasileira, movidos pelo AI-5, os militares prenderam e exilaram neste período diversos nomes da atividade cultural brasileira e, entre eles, os baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil. No início de 1969, os baianos se exilaram em Londres, capital do império britânico, onde fervilhava a música dos "The Beatles" e a juventude exibia sua força e suas influências sob o cetro da Rainha. Neste ambiente, nesta mudança de ares, Caetano grava este disco com Gilberto Gil ao violão, Lanny na guitarra, Sérgio Barroso no baixo, Wilson das Neves ao piano e, no órgão, o maestro Chiquinho de Moraes. Com direção e arranjos de Rogério Duprat. Este álbum branco de Caetano, inspirado no disco dos 'The Beatles" lançado no ano anterior contempla sucessos imortais de Caetano, como "Marinheiro Só", "Irene", "Atrás do Trio Elétrico", "Os Argonautas" e "Não Identificado", além de "Alfômega", de Gil, "Carolina", de Chico Buarque e "Chuvas de Verão", de Fernando Lobo. Dentre as em língua estrangeira, temos "The Empty Boat", "Lost In The Paradise", que se aproxima muito do estilo do quarteto de Liverpool, e "Cambalache", um empolgante tango argentino. Um disco muito importante para a música de Caetano, para a música brasileira e internacional. Um marco de bom gosto e muito talento. Um disco de Caetano Veloso.1 - Irene
2 - The Empty Boat
3 - Marinheiro Só
4 - Lost In The Paradise
5 - Atrás do Trio Elétrico
6 - Os Argonautas
7 - Carolina
8 - Cambalache
9 - Não Identificado
10 - Chuvas de Verão
11 - Acrilírico
12 - Alfômega
domingo, 20 de março de 2011
1975 - Jóia - Caetano Veloso
Oi pessoal! Neste domingão, posto aqui no Blog mais um disco de Caetano. Desta vez, trago o disco "Jóia", de 1975, gravado no Brasil após alguns anos no exílio na europa. Apesar de não se encontrar no exílio, Caetano teve esse disco censurado pela ditadura, acho que vocês devem imaginar o porquê. Na capa, original, censurada pela ditadura, aparecem Caetano, sua mulher e seu filho semi-nus, numa figura desenhada pelo próprio Caetano. Na contra-capa, aparecia uma imagem dos três também semi-nus. Eis o motivo da Para conseguir lançar o disco, Caetano resolveu idealizar uma capa mais simples, apenas com os passarinhos.
Pra mim, este disco é um dos melhores de Caetano, com destaque para as músicas "Escapulário", "Pipoca Moderna", "Guá", "Canto do Povo de Um Lugar", "Na Asa do Vento", "Minha Mulher" e para o sucesso dos Beatles, "Help". Um disco que fala por si mesmo, não só pela importância deste disco para a história da música brasileira, mas também pela qualidade de suas músicas. Vale a pena conhecer.
1 - Minha Mulher
2 - Guá
3 - Pelos Olhos
4 - Asa
5 - Lua, lua, lua, lua
6 - Canto do Povo de Um Lugar
7 - Pipoca Moderna
8 - Jóia
9 - Help
10 - Gravidade
11 - Tudo tudo tudo
12 - Na Asa do Vento
13 - Escapulário
Pra mim, este disco é um dos melhores de Caetano, com destaque para as músicas "Escapulário", "Pipoca Moderna", "Guá", "Canto do Povo de Um Lugar", "Na Asa do Vento", "Minha Mulher" e para o sucesso dos Beatles, "Help". Um disco que fala por si mesmo, não só pela importância deste disco para a história da música brasileira, mas também pela qualidade de suas músicas. Vale a pena conhecer.
1 - Minha Mulher
2 - Guá
3 - Pelos Olhos
4 - Asa
5 - Lua, lua, lua, lua
6 - Canto do Povo de Um Lugar
7 - Pipoca Moderna
8 - Jóia
9 - Help
10 - Gravidade
11 - Tudo tudo tudo
12 - Na Asa do Vento
13 - Escapulário
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
1972 - Transa - Caetano Veloso
Oi pessoal! Nesta segunda-feira, posto aqui no Blog mais um disco do baiano, de Santo Amaro da Purificação, que a partir de meados da década de 1960 veio com sua música e seu talento pra mudar definitivamente os rumos da música da época. Como exemplo, estão os registros dos festivais de 1967, de "Alegria, Alegria", e de 1968, com "É Proibido Proibir". Sem dúvida, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa, os três maiores pilares do Tropicalismo, tiveram contribuições essenciais na mudança que a música brasileira sofreu a partir deste movimento. A música neste momento começava a incorporar outros ritmos, novas tendências, que até aquele momento eram vistas como "fora de contexto" na música brasileira. E, neste momento de mudanças, Caetano Veloso lança o disco "Transa", em 1972, durante o seu exílio em Londres. Quer dizer, a gravação do disco ocorreu no ano anterior, quando Caetano teve permissão dos militares de visitar o Brasil para as bodas de casamento de seus pais. Neste disco, Caetano traz as influências incorporadas em seu exílio na Inglaterra mescladas a músicas brasileiras, como a clássica "Mora Na Filosofia" e também as músicas "It's A Long Way" (trechos das músicas "Consolação" e "A Lenda do Abaeté") e "You Don't Know Me". Eleito em 2007 pela Revista Rolling Stone como o oitavo melhor disco brasileiro de todos os tempos. 1 - You Don't Know Me
2 - Nine Out Of Ten
3 - Triste Bahia
4 - It's A Long Way
5 - Mora Na Filosofia
6 - Neolithic Man
7 - Nostalgia
domingo, 21 de novembro de 2010
1967 - Domingo - Gal e Caetano Veloso
Oi pessoal! Neste domingo, nada melhor que postar o disco "Domingo", de Gal e Caetano. Primeiro LP gravado por Gal e Caetano na carreira de ambos, "Domingo" traz músicas já conhecidas do público, como "Candeias", de Edu Lobo, por exemplo. Além dela, o disco traz "Maria Joana", de Sidney Miller, e "Coração Vagabundo", "Remelexo", "Avarandado" e "Zabelê", de Caetano e alguns parceiros, como Gilberto Gil e Torquato Neto.1 - Coração Vagabundo - Gal e Caetano
2 - Onde Eu Nasci Passa Um Rio - Caetano
3 - Avarandado - Gal
4 - Um Dia - Caetano
5 - Domingo - Gal e Caetano
6 - Nenhuma Dor - Gal
7 - Candeias - Gal
8 - Remelexo - Caetano
9 - Minha Senhora - Gal
10 - Quem Me Dera - Caetano
11 - Maria Joana - Gal
12 - Zabelê - Gal e Caetano
domingo, 8 de agosto de 2010
1968 - Tropicália ou Panis Et Circenses

Como prometido, hoje posto o disco Tropicália ou Panis Et Circenses, de 1968, que deu origem ao movimento conhecido como Tropicália. Encabeçado por Caetano Veloso e Gilberto Gil, a tropicália é um movimento que remete à Semana de Arte Moderna de 1922 em termos de renovação e surgimento de novas idéias, tanto na música, como na literatura e nas artes plásticas. Nesse movimento, estavam engajados Tom Zé, Nara Leão, Os Mutantes e Gal Costa, e trouxeram para a música do final da década de 1960, elementos do rock, a guitarra elétrica e um toque de psicodelismo à sua arte. Destaca-se também que é um movimento contrário à Bossa Nova, visto que suas letras e músicas são carregadas de forte apelo social e vontade de mudança, luta pela liberdade. Deste disco, destaco "Lindonéia", por Nara, "Parque Industrial", por Caetano, Gal, Gil e Os Mutantes, "Três Caravelas", por Caetano e Gil, "Baby", por Gal Costa, "Geléia Geral" por Gil e, a faixa-título do disco, "Panis Et Circenses", com Os Mutantes.
1 - Miserére Nóbis - Gilberto Gil
2 - Coração Materno - Caetano Veloso
3 - Panis Et Circenses - Os Mutantes
4 - Lindonéia - Nara Leão
5 - Parque Industrial - Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Os Mutantes
6 - Geléia Geral - Gilberto Gil
7 - Baby - Gal Costa e Caetano Veloso
8 - Três Caravelas - Caetano Veloso e Gilberto Gil
9 - Enquanto Seu Lobo Não Vem - Caetano Veloso
10 - Mamãe, Coragem - Gal Costa
11 - Bat Macumba - Gilberto Gil
12 - Hino Do Senhor do Bonfim - Gilberto Gil, Gal Costa, Caetano Veloso e Os Mutantes
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sábado, 7 de agosto de 2010
1968 - Caetano Veloso

Hoje posto aqui o disco de ninguém mais, ninguém menos que Caetano Veloso. Cantor de "Alegria, Alegria" no III Festival de Música Popular Brasileira da Tv Record, em 1967, cuja música classificada em 4º Lugar, virou um dos hinos da juventude até hoje. Quem nunca ouviu a expressão '"Caminhando contra o vento, sem lenço e sem documento..."? Esta música com certeza é uma das mais marcantes da época dos festivais, e, conseqüentemente, mais conhecidas da música brasileira. Por coincidência, hoje é aniversário de Caetano: Parabéns! Este álbum dá o pontapé inicial ao movimento musical que surgia no final dos anos 1960, o Tropicalismo, que se consolidaria com o álbum "Panis et Circenses", próxima postagem aqui do Blog. Neste álbum, Caetano traz não só a genialidade de "Alegria, Alegria", mas canções importantes pra nossa música popular, como "Tropicália", "No Dia Em que Eu Vim-me Embora" e "Soy Loco Por Tí, América", além de "Clarice", "Clara" e a que eu gosto muito, acho maravilhosa, "Superbacana".
1 - Tropicália
2 - Clarice
3 - No Dia Em que Eu Vim-me Embora
4 - Alegria, Alegria
5 - Onde Andarás
6 - Anunciação
7 - Superbacana
8 - Paisagem Útil
9 - Clara
10 - Soy Loco Por Tí, América
11 - Ave Maria
12 - Eles
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