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domingo, 14 de outubro de 2012

1957 - Uma Voz e Seus Sucessos - Agostinho dos Santos

Oi pessoal! Neste domingo, posto aqui no Blog mais um disco paulista Agostinho dos Santos, um dos maiores cantores brasileiros e uma das grandes vozes de nossa música brasileira. Como crooner de orquestra, iniciou sua carreira no início da década de 1950, sendo contratado nesta época pelas Rádios América de São Paulo e Nacional Paulista, por onde tornou-se conhecido do público e sua voz ganhou os quatro cantos do Brasil. Em 1953, Agostinho gravou seu primeiro disco pela gravadora Star, com o samba de Sereno e Manoel Ferreira, "Rasga Teu Verso". Em 1955, foi ao Rio de Janeiro cantar com Sylvia Telles, Ângela Maria e a Orquestra Tabajara na Rádio Mayrink Veiga, assinando neste mesmo ano contrato com a gravadora Polydor, lançando a toada "O Vendedor de Laranjas", de Albertinho e Heitor Carilho, e o fox "A Última Vez Que Vi Paris", de J. Kern (versão de Haroldo Barbosa). No ano seguinte, gravou seu primeiro sucesso, a valsa "Meu Benzinho", de Hawe, Gussin e Caubi de Brito, ganhando por causa do sucesso desta canção o Troféu Roquette Pinto e seu primeiro Disco de Ouro da carreira. Neste mesmo ano, gravou sua primeira composição, o samba "Vai Sofrendo", escrita em parceria com Vicente Lobo e Osvaldo Morige. Em 1957, gravou juntamente a Orquestra de Valdomiro Lemke as músicas "Maria dos Meus Pecados", de Jair Amorim e Valdemar de Abreu, e "Chove Lá Fora", de Tito Madi, além de gravar também a marcha "Maria Shangay", do jornalista e colunista social Ibrahim Sued, de Alcyr Pires Vermelho e de Mário Jardim. Neste ano, Agostinho lança seu primeiro disco pela Polydor, com o sucesso de "Chove Lá Fora" e "Maria dos Meus Pecados", além de "O Amor Não Tem Juízo", de Fernando César, "Só Você", de Buck Itam e Ande Rand (versão de Julio Nagib), "Pra Lá e Pra Cá", de Mario Albanesi e Armando Blunde Bastos, "Esquecimento", de Nazareno de Brito e Fernando César, "Desolação", de Othon Russo, e "Concerto de Outono", de Camillo Bargoni e Danpa (versão de Julio Nagib). Um disco que, mesmo sendo de estréia de Agostinho, mostra um cantor de talento ímpar, um cantor seguro em sua interpretação e, é claro, uma voz belíssima, transformando canções em verdadeiras obras-primas de sua música. Para aqueles que não conhecem e nunca ouviram Agostinho dos Santos, este é um bom começo para se apreciar uma das melhores e maiores vozes de nossa música brasileira, cantor este que não pode ser esquecido, não pode ter seu trabalho perdido pelos anos e pelo público que, por tantas vezes, se emocionou e cantou junto com a voz e os sucessos de Agostinho dos Santos.

1 - Chove Lá Fora
2 - Maria dos Meus Pecados
3 - Desolação
4 - O Amor Não Tem Juízo
5 - Esquecimento
6 - Concerto de Outono
7 - Só Você
8 - Triste a Recordar
9 - Minha Oração
10 - Faz Mal Pra Mim
11 - Pra Lá e Pra Cá
12 - Três Marias

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

1970 - Agostinho dos Santos

Oi pessoal! Nesta quarta-feira um pouco chuvosa, posto mais um disco aqui no Blog do grande cantor Agostinho dos Santos. Embora não seja muito lembrado nos dia de hoje como um dos maiores cantores da história de nossa música brasileira, o paulista Agostinho dos Santos alcançou sucesso ao cantar músicas da peça e, posteriormente, do filme "Orfeu Negro" nas músicas "Manhã de Carnaval" e "Felicidade" ainda no final da década de 1950. Em 1962, Agostinho participou da célebre apresentação do Festival de Bossa Nova, no Charnegie Hall, em Nova York, com o conjunto Oscar Castro Neves. Ganhou inúmeros prêmios como cantor e compositor entre as décadas de 1950 e 1960, se destacando pela sua voz, pelo seu talento e por sua capacidade de transformar músicas de Dolores Duran, Tom Jobim, Chico Buarque, Roberto Carlos e Vinicius de Moraes em verdadeiras jóias da música nacional, com sua voz e sua interpretação contagiante. Voltando-se ao disco tema da postagem de hoje, temos o último disco gravado por Agostinho, antes do trágico acidente aéreo que encerraria sua vida e sua carreira repleta de sucessos. Lançado pela Odeon (pelo selo London) em 1970, com destaque para as músicas "Gente Humilde", de Chico Buarque e Vinicius de Moraes, "A Felicidade", de Tom e Vinicius e "Pra Dizer Adeus", de Edu Lobo e Torquato Neto, além de "Samba de Orfeu", "Felícia", "Morte do Amor", "Vim Pra Ficar, "Nosso Caminho" e "Vai Pensamento". Destaque especial para as músicas "O Diamante Cor de Rosa", de Erasmo e Roberto Carlos, do filme de mesmo nome do rei Roberto, de 1968, e "Canto de Esquecer", de Walter Santos e Tereza Souza, ambas com participação especial do ator Walter Foster.

1 - O Diamante Cor de Rosa - participação de Walter Foster
2 - A Felicidade
3 - Felícia
4 - Nosso Caminho
5 - Samba de Orfeu
6 - Gente Humilde
7 - Morte do Amor
8 - Canto de Esquecer - participação de Walter Foster
9 - Você Gostou
10 - Vim Pra Ficar
11 - Pra Dizer Adeus
12 - Vai Pensamento

sexta-feira, 1 de abril de 2011

1964 - Antonio Carlos Jobim e Fernando Cesar Na Voz de Agostinho dos Santos


Oi pessoal! Nesta sexta-feira, posto aqui no Blog mais um disco do genial Agostinho dos Santos. Desta vez, Agostinho nos traz canções do nosso Tom, clássicos da música brasileira que marcaram não só o período musical em que se tornaram grandes sucessos, como também ainda servem de inspiração a muitos cantores e cantoras por esse mundo afora. E, não poderia ser diferente, a interpretação impecável de Agostinho dos Santos dispensa qualquer tipo de crítica ou comentário. Apenas que é sensacional! Músicas como "Se Todos Fossem Iguais a Você", "Foi A Noite", "Por Causa de Você", "Eu Não Existo Sem Você" e "Estrada do Sol" (em parceria com Dolores Duran) se tornaram pérolas na voz e no talento de Agostinho. No outro lado do disco, Agostinho nos traz seis canções do compositor português Fernando Cesar Pereira. Revelado aqui no Brasil por Doris Monteiro em meados dos anos 1950, Fernando Cesar tornou-se um dos principais compositores do período, sendo gravado pela própria Doris, Cauby Peixoto, Vera Lúcia e Miltinho. Conhecido por suas letras belíssimas, Fernando Cesar é lembrado neste disco de Agostinho com as músicas "Dó-Ré-Mi" (um dos maiores sucessos do compositor na voz de Doris Monteiro), "Tudo Ou Nada", " e "Graças a Deus". Músicas belíssimas, que na voz de Agostinho ganham um tempero especial de talento e bom gosto.

1 - Estrada do Sol
2 - Sucedeu Assim
3 - Eu Não Existo Sem Você
4 - Foi A Noite
5 - Se Todos Fossem Iguais a Você
6 - Por Causa de Você
7 - Tudo ou Nada
8 - Dó-Ré-Mi
9 - Graças a Deus
10 - Segredo
11 - Deixe Que Eu Possa Esquecer
12 - Crepúsculo

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

1961 - Agostinho Canta Sucessos

Oi pessoal! Nesta sexta-feira, posto aqui no Blog mais um disco do grande Agostinho dos Santos, um cantor que possuía uma voz incrível, um talento, ímpar e sucesso estrondoso nos idos de 1960. Intérprete de grandes canções da música brasileira, Agostinho dos Santos nos traz neste disco seus sucessos gravados até então. Contudo, escolhi para postar este disco hoje porque as músicas "Olhos Castanhos", "Ninguém É De Ninguém" e "Negue", do disco de Cauby Peixoto postado ontem - "1969 - Os Grandes Sucessos de Cauby Peixoto" -, também são interpretadas por Agostinho dos Santos, numa roupagem diferente, um pouco mais suave, mas que também transmite o ritmo e a essência destas duas canções interpretadas por ambos. Destacam-se ainda neste disco de Agostinho as músicas "Esmeralda", "Pior Pra Você", "O Amor E A Rosa" e "Mulher de Trinta".

1 - Por Quem Sonha Maria
2 - Devaneio
3 - Mulher de Trinta
4 - Negue
5 - Pior Pra Você
6 - Serenata Suburbana
7 - Ninguém É de Ninguém
8 - O Amor E A Rosa
9 - Ri
10 - Esmeralda
11 - Estou Pensando Em Ti
12 - Olhos Castanhos

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

1959 - Inimitável - Agostinho dos Santos

Oi pessoal! Sei que estou meio sumido, mas estou aqui hoje para o primeiro post do ano do Blog. E para tanto, não poderia ser outro post a não ser de uma novidade. Resolvi postar este disco de um cantor fora de série, o qual estou conhecendo e descobrindo ainda. Agostinho dos Santos foi um dos cantores mais populares das décadas de 1960 e 70, cantando clássicos de nossa MPB, além de Bossa Nova, com muita propriedade e talento ímpar. Este disco, "Inimitável", traz grandes canções de um intérprete genial, como "Eu Sei Que Vou Te Amar" (numa das interpretações mais bonitas que já ouvi), "Não Tem Solução", "Fim de Caso", "Manhã de Carnaval", "O Morro", "Palpite Infeliz", "Feitio de Oração" e o clássico de Dolores Duran, "A Noite do Meu Bem". Um disco para ser apreciado e ser guardado no rol dos melhores discos. Simplesmente, demais!

1 - Hino Ao sol
2 - Eu sei Que Vou Te Amar
3 - Eu sou De Ser de Você
4 - Saudade de Itapuã
5 - Balada do Homem sem Deus
6 - Fim de Caso
7 - Não Tem Solução
8 - Manhã de Carnaval
9 - A Felicidade
10 - A Noite do Meu Bem
11 - O Morro
12 - As Aparências Enganam
13 - Palpite Infeliz
14 - Canção da Volta
15 - Eu Não Sou de Reclamar
16 - Feitio de Oração